quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Musicoterapia

A interacção ciência-arte se fortalece a cada dia, principalmente ao se buscar de alternativas para melhorar a qualidade de vida das pessoas. O avanço nos meios de investigação científica têm permitido responder a perguntas que outrora ficavam no campo especulativo, sem possibilidades de verificação, às vezes por deficiência na escolha do método de investigação. A especificidade cada vez maior das pesquisas, no que tange ao controle, ou à resposta, das acções comportamentais leva à procura do substrato neuro biológico envolvido. Assim, a interacção entre a neurologia e a fisiologia, biologia, psicologia, psiquiatria, pediatria, aproxima profissionais de diversas áreas em prol da compreensão dos problemas e do encontro de alternativas de “qualidade de vida”. É dentro dessa perspectiva que a música pode agregar seus elementos básicos (altura, intensidade, timbre, ritmo), com a finalidade de dar apoio às pessoas acometidas pelo “adoecer”, que pode estar intrinsecamente ligado, a mecanismos emocionais mais profundos. A música pode ser um dos caminhos – em alguns casos, mais rápido e bastante eficiente – para se promover o equilíbrio de estados fisiológicos e/ou também, emocionais envolvidos no “adoecer” do ser humano.
Portanto, com o aumento do número de pesquisas relacionando a utilização da música no campo terapêutico, na escola e por profissionais da área médica tem demonstrado que a música apresenta-se como importante aliado às alternativas de tratamento, especialmente, quando utilizada como instrumento de intervenção nos processos comportamentais e estados emocionais, inclusive na inclusive no Perturbação de Hiperactividade e Défice de Atenção (PHDA).

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